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| Punta Arenas |
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| Punta Arenas |
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| Localização de Punta Arenas no mapa da América do Sul - Via Google |
Após a tentativa frustrada de
desembarcar na Ilha Magdalena, santuário de pinguins, devido às condições do
mar, desembarcamos em Punta Arenas às 11:00 horas do dia 29 de dezembro de
2012. Despedimo-nos desse barco maravilhoso observando as manobras para
aproximação no cais do porto, sendo conduzido por seus potentes motores e
auxiliado por dois rebocadores.
Nosso voo para Santiago deveria
acontecer às 22:50 h desse mesmo dia, ou seja tínhamos cerca de 10 horas para
conhecer a cidade. Negociamos deixar as bagagens na sede da empresa de turismo
Stela Australis, que seria recolhida pelo motorista que nos levaria ao
aeroporto.
Punta Arenas é uma cidade portuária muito importante no Chile, localizada na Península de Brunswick, próximo ao estreito de Magalhães. Esta cidade foi fundada em 1848 e até a abertura do canal de Pananá foi o principal porto para a navegação entre os oceanos Pacífico e Atlântico.
Nossa estadia nesta cidade foi bem curta. Chegamos pela manha e embarcamos a noite para Santiago.
A cidade é bem grande, com uma praça central Muñoz Gamero, que tem uma escultura em homenagem a Fernão de Magalhães. Em uma parte da escultura tem um índio, cujo pé se destaca da escultura e, segundo reza a lenda, quem beijar o pé deste indio tem regresso garantido a Patagônia. O pé é realmente bem brilhante e se destaca do restante, acho que é de tanta saliva. Por via da dúvidas, só ficamos observando. A praça tem muitas coníferas e um quiosque vitoriano de 1912. Ao redor desta praça está a catedral, alguns cafés e outros prédios históricos. Aproveitamos para saborear um bom café e um maravilhoso chá, que caiu muito bem naquele frio de 10 graus.
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| Café com chocolate |
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| Um muelle antigo ue servia para escoar a produção de carvão da Mina Loreto |
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| Flores dos jardins das ruas e casas. |
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| Vista da cidade da parte de cima. |
Continuamos a perambular pela cidade, percorremos a praça central, fomos aos dois mirantes na
parte alta da cidade, voltamos à praça, procuramos a oficina de informações
turísticas, fomos à orla marítima, onde o vento frio desencorajava qualquer
passeio, entramos no cassino, perdemos algum dinheiro, retornamos à praça principal
e almoçamos no restaurante espanhol. Aqui merece registro a paella de mariscos,
com centolla, regado com um bom vinho chileno Cabernet Sauvingnon.
Depois fomos para o aeroporto, nos despedindo desta cidade no quase fim do mundo e com muitas histórias interessantes. Nosso próximo destino: Santiago.







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